Lendo o jornal Diário Catarinense desse domingo, parei na página de perguntas aos candidatos, me deparei com uma padronização das respostas, os mesmos gostos, os mesmos roteiros, o mais do mesmo. Em quem votar, quando não se há alguém que realmente faça algo para se destacar? Fico impressionado quando citam Santo Antônio de Lisboa ou Ribeirão, bairros esses só lembrados quando em época de eleição ou na hora de forrar a barriga (visto logo que todos eles são grandes fãs de peixe, logicamente), investimento sólido na capacitação do turismo, capacitação dos trabalhadores das atividades extrativistas, perpetuação das tradições com criação de casas da cultura, museus e similares ou, ainda, o mínimo de saneamento básico e comprometimento político honesto e conciso nessas comunidades a nenhum deles interessará, quem sabe na próxima, né? Até lá nos conformamos com esse marasmo político catarinense, candidatos prolixos apesar de se dizerem horrificados com isso e demagogia exarcebada.
Sei que sou mais do mesmo também, mas pelo menos sou sincero nisso.
Não recebo nada pelo que faço e não recebo informações privilegiadas na hora, mas pelo menos não sou conivente com essa padronização política, pois esse é o trabalho do comentarista: fazer comentários, publicar a sua opinião, não dormir na rede e não apenas copiar/colar as noticias que os assessores dos políticos passam adiante. Isso nada mais é do que repassar informação, quase uma fofoquinha informal.
A minha opinião.
Um forte abraço,
Comentarista Catarinense
Fonte: Diario Catarinense do dia 20/07/2008 - Ano 23 N° 8.125 - Páginas 14 e 15
domingo, 20 de julho de 2008
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